“Onde vai a mão, aí devem seguir os olhos
Onde os olhos vão, lá deve ir a mente
Onde vai a mente, a emoção é criada
Onde a emoção é criada, a apreciação e o sentimento nascerão.
Deixe a mão alongar-se tão longe quanto possível
Onde a mão não pode se alongar, deixe ir os olhos
Onde os olhos não podem ir, deixe que a mente avance
Onde a mente penetrar, a emoção é criada
Onde a verdadeira emoção é criada,
a apreciação sensorial e estética nascerão.”
Esse belo poema parece ser uma tradução ou adaptação de um trecho do Natyashastra (ou Nāṭyaśāstra). A autoria desse antigo tratado indiano sobre as artes cênicas foi atribuído ao sábio Bharata Muni. Desconheço o autor da tradução.
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